ESCOLA DE MULHERES DE MOLIÈRE

Proponente: EDMUNDO ROBERTO

    Tipo de patrocínio:
  • Crowdfunding
    Categoria:
  • Cultura
  • Teatro/Musical

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Síntese:

Montagem de temporada da comédia "Escola de Mulheres" de Molière, com tradução de Millôr Fernandes na cidade do Rio de Janeiro em 2019. Molière em sua peça "Escola de Mulheres" discorre com maestria exatamente sobre o problema das relações humanas centrando-o no casamento e no adultério, de forma a demonstrar que na sociedade elizabethana, dentro de suas regras e princípios, um não existe sem o outro, como se fossem complementares, antes que causa e efeito. "Existe a certeza de que os chifres são o adorno infalível de qualquer matrimônio", "para quem acha os chifres a suprema vergonha , não casar é a única maneira de estar bem seguro"


  • Locais: Rio de Janeiro (RJ) - TEATRO MAISON DE FRANCE
  • Valor do projeto: R$ 486.655,77
  • Prazo: 31/12/2020

Atributos/Palavras-chave:

Celebração Diversão Educação

Descrição:

Arnolfo, personagem central da comédia, é um exímio conhecedor dos adultérios da cidade e dos motivos que os predispunham. Ao menos, julgava ele que os adultérios se davam porque os homens eram demasiado complacentes e as mulheres, alfabetizadas, belas, talentosas, eram cheias de artimanhas desenvolvidas especialmente para enganar os maridos com "destreza e malícia". Para que ele não sofresse a mesma coroação que tanto ridicularizava, havia criado uma menina, a partir de sua receita infalível de mulher honesta, com a qual se casaria. Seria uma pobre idiota, estúpida, submissa, dependente e de completa inocência. No entanto, Inês, a escolhida, embora inocente e ingênua como o desejava Arnolfo, ironicamente, apaixona-se por Horácio, filho de Orionte, seu amigo pessoal. O adultério (do latim "adulterio" -infidelidade conjugal) propriamente dito não se consuma pois Arnolfo e Inês não chegam a se casar. Inês é apenas coerente com seu sentimento, firme e constante em sua decisão. Porém, do ponto de vista de Arnolfo a traição se dá (do latim "traditione" - não cumprimento, não correspondência, deslealdade, infidelidade no amor), e essa é suficiente para configurar um adultério. Arnolfo, defensor do primado masculino em que "a onipotência é para quem tem barbas", depara-se com uma outra força igual ou superior à sua, a qual considerava não existir, a vontade feminina. "Ainda que sejamos duas partes de um mesmo todo, as duas partes não são nada iguais. Uma é suprema; outra, subalterna. Uma, em tudo, tem que submeter-se à outra, que comanda."


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